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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Kahoot - Questionários online

Kahoot é um serviço online que permite criar questionários e jogos do tipo Quis, online. Ele permite a inclusão de imagens e videos nas questões e produz todo o trabalho de análise dos resultados no final.

O cadastro é rápido de ser feito, e é necessário para criar jogos. Os alunos não precisam ter uma conta no Kahoot para participar das atividades, basta acessar o site https://kahoot.it/#/ e digitar o código PIN que o professor distribuirá.

É possível acompanhar as jogadas dos alunos e seu rendimento no jogo. E criar jogos divertidos desde a introdução de um assunto novo até a avaliação. Use sua imaginação, crie seu jogo:


Para saber como ele funciona:

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Google Drive na Educação

Embora não tenham sido criadas exclusivamente para este fim, as ferramentas do Google podem representar um ótimo papel na educação. Se você tem interesse em aliar tecnologia e aprendizado, uma ótima ferramenta é o Google Drive.

Escrever documentos, montar planilhas e apresentações, organizar arquivos em pastas são atividades comuns no cotidiano dos professores que podem ser facilitadas usando o Google Drive. Este serviço oferecido pelo Google inclui aplicativos de edição de texto, montagem de apresentações, criação de planilhas, entre outras funções.

Tudo o que é feito no Google Drive fica armazenado online. Por isso, é possível acessá-los de qualquer computador, utilizando apenas seu nome de usuário e senha. Muito útil para quem varia entre o computador pessoal, da família, da escola, etc.

É possível editar arquivos em conjunto, uma das características mais bacanas do serviço. Ao criar um documento, você pode compartilhá-lo com colegas e dar a eles autorização para que o editem. Assim, é possível compartilhar seu planejamento com a coordenação pedagógica, fazer um relatório em conjunto ou pedir que colegas ajudem na elaboração de uma prova, por exemplo.

SAIBA MAIS:

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/09/19/1050736/12-maneiras-efetivas-usar-google-drive-educaco.html

http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/2014/0211/5-pontos-positivos-de-usar-o-google-drive/

http://noticias.terra.com.br/educacao/ferramentas-e-dicas-do-google-para-ensino-em-sala-de-aula,a06612b583b96726f06177973c5a6c19rjz3RCRD.html

Imagem em http://www.tecnologia.com.pt/wp-content/uploads/2014/12/drive.jpg

Conhecendo o Google - Curiosidades





Criando formulários no Google Drive

O Google Formulários cria questionários que, assim que preenchidos, geram uma planilha com todos os dados levantados. Mas como essa ferramente pode ser útil na sala de aula? Assista a seguir:

Escrita colaborativa no Google Drive

O termo escrita colaborativa se refere ao modelo de gestão de conteúdo adotado em alguns projetos cujos textos são criados de modo colaborativo, e não de forma individual. A escrita colaborativa tem sido muito usada no contexto educacional e, por isso, vem despertando a atenção dos pesquisadores que se dedicam a estudar as novas formas de ensino-aprendizagem na sociedade moderna. Num ambiente realmente colaborativo, cada contribuinte tem a mesma habilidade de adicionar, editar e remover texto. O processo de escrita se torna uma tarefa recursiva, na qual cada alteração impele outros a fazerem mais mudanças. Isto é mais fácil se o grupo tem um fim específico em mente e mais difícil se o objetivo é ausente ou vago.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita_colaborativa

Veja como funciona a escrita colaborativa no Google Drive:




Nossos aplicativos

Você já pensou em criar um aplicativo para celular? Este pode ser um recurso para transformar as pesquisas dos alunos em um produto que pode ser baixado por qualquer pessoa que tenha um smartphone ou tablet. O mais interessante é que ninguém precisa ser nenhum hacker para produzir um aplicativo (ou app, como também chamado).

A turma do curso de Tecnologias Digitais na Educação criou seus próprios aplicativos. Estes recursos podem ser utilizados em suas aulas. Conheça o trabalho e aproveite:

ZILLI 2016

Mais sobre aplicativos na educação

Retirado de Mosyle

Iniciar o trabalho com aplicativos em sala sempre levanta discussões entre professores sobre quais, então, são os melhores apps para utilizar e, principalmente, como aplicá-los durante a aula.

Com o uso de apps em sala, o registro se faz necessário e a criação de um ecossistema de aplicativos utilizados pela comunidade escolar pode ser o ponto de partida para essa nova postura.

Outro ponto a favor da criação deste ecossistema de apps refere-se ao trabalho para o desenvolvimento da autonomia dos alunos, ponto presente em todos os projetos pedagógicos das escolas comprometidas com o ensino para o século XXI. Isso porque muitos aplicativos ajudam a colocar os alunos em lugares de protagonismo de seu próprio processo de aprendizagem.

Ficou interessado? SAIBA MAIS:

https://blog.mosyle.com/br/por-que-criar-um-ecossistemas-de-apps-para-suas-aulas-e-importante/

http://www.arede.inf.br/9-ferramentas-gratuitas-para-criar-apps-na-escola/

http://www.arede.inf.br/celular-no-modo-escola-2/

Imagem em http://previews.123rf.com/images/cienpies/cienpies1307/cienpies130700048/
20602852-Random-apps-icon-set-concept-background-Vector-illustration--Stock-Photo.jpg

Nossos vídeos









VÍDEOS PRIVADOS:
https://youtu.be/TlE4Ml-zjYo

sexta-feira, 29 de abril de 2016

EDIÇÃO 2016 - Tecnologias Digitais na Educação

Estamos preparando a segunda edição do curso Tecnologias Digitais na Educação. Neste ano trataremos da aprendizagem em ambientes digitais.

O objetivo é explorar diferentes recursos digitais e contribuir nas práticas pedagógicas com ênfase nos processos de aprendizagem, avançando na exploração das possibilidades educativas das mídias digitais e assumindo uma postura crítica frente aos desafios da relação educação-tecnologia-cultura jovem.

Imagem em: http://www.campusvirtual.uneb.br/midias/noticias/
uneb-ministra-curso-a-distancia-de-tecnologias-educacionais-a-31-mil-
professores-de-todo-o-estado.jpeg


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Lousa Digital

O que é?
Para que serve?
Como podemos utilizar na escola?


Depois de experimentar este recurso, disponível em nossas escolas, chegou a hora de refletir sobre o assunto. Quer saber mais? Então visite os links a seguir e deixe seu comentário, com as dúvidas e descobertas:





Letramento Digital

Para refletir sobre o assunto separei, no texto A Inserção do Laptop na Escola Rural: perspectivas de inclusão e emancipação digital, de Cristina Maria Pescador, Carla Valentini e Léa Fagundes, o segundo capítulo. Vamos ler o trecho e comentar:

INCLUSÃO DIGITAL, EMANCIPAÇÃO E CIDADANIA NA ESCOLA RURAL

[...]

Políticas públicas de educação ao longo da história são apontadas por Henriques et al como responsáveis pela falta de equidade educacional entre campo e cidade em nosso país. Para esses autores, as populações que vivem no campo encontram-se em clara desvantagem com relação aos indicadores educacionais em comparação com os mesmos indicadores para as populações que vivem nas cidades.

Acrescente-se a isso a dificuldade de acesso à internet e às tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs) devido a características geográficas das regiões. Dificuldades técnicas desse tipo terminam por excluir uma parcela da população do contexto digital em uma sociedade cujas formas de agir, interagir e pensar têm sido influenciada pela cultura digital.

Entretanto, proporcionar acesso às TDICs não caracteriza por si só a inclusão digital. Para Coscarelli, inclusão digital refere-se ao:

processo em que uma pessoa ou grupo de pessoas passa a partilhar dos métodos de processamento, transferência e armazenamento de informações que são do uso costume de outro grupo, passando a ter os mesmos direitos e os mesmos deveres dos já participantes daquele grupo onde está se incluindo.

Assim, embora seja possível observar a difusão da inserção de Tecnologias Digitais (TDs) no contexto escolar, é necessário contemplar também a formação e a capacitação participativa de professores, educadores e gestores, contribuindo para o desenvolvimento efetivo da autonomia cidadã. A esse respeito, Valentini et al nos dizem que seu uso possibilita “práticas inovadoras que favorecem o desenvolvimento de cooperação, autonomia, criticismo e construção de significado.”

Nesse contexto, ler e escrever ultrapassam o texto publicado no papel ou em outro suporte. Trata-se de poder “ler o mundo”, considerando-se uma leitura se refere ao mundo físico e social em que estabelecemos nossas relações e com o qual interagimos. E essa leitura pode levar à emancipação digital. Esse termo é mais abrangente que inclusão e letramento digital. A emancipação digital empodera o indivíduo possibilitando que ele se aproprie das TDs fluentemente. Dessa forma, ele poderá “exercer a autonomia social e a autoria criativa, num espaço dialógico, cooperativo, perpassado pelo respeito mútuo e pela solidariedade interna”.

Isso parece estar em consonância com um dos objetivos dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) [1] que é capacitar os estudantes do ensino fundamental para a utilização de diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos em seu processo de aquisição e construção de conhecimentos. Os PCNs destacam também a importância de capacitar os estudantes

[...] para a aquisição e o desenvolvimento de novas competências, em função de novos saberes que se produzem e demandam um novo tipo de profissional, preparado para poder lidar com novas tecnologias e linguagens, capaz de responder a novos ritmos e processos. Essas novas relações entre conhecimento e trabalho exigem capacidade de iniciativa e inovação e, mais do que nunca, “aprender a aprender”.

Nesse contexto, a inserção de laptops na modalidade 1:1 pode propiciar práticas inovadoras de aprendizagem e promover o desenvolvimento da autonomia do estudante. Para Piaget, a autonomia se fundamenta no respeito mútuo, num processo de descentração e reciprocidade nas relações. O desenvolvimento da autonomia necessita do pensamento operatório e reversível, implica na capacidade da criança ou jovem conseguir sair de seu ponto de vista e se colocar no ponto de vista do outro. Já a reciprocidade é determinada pela coordenação mútua de diferentes pontos de vista e possibilita à criança criar uma nova compreensão da realidade, normalmente diferente e superior à existente. A partir desse entendimento podemos compreender como a autonomia está relacionada à capacidade de o indivíduo estabelecer relações cooperativas. Autonomia implica em considerar o ponto de vista do outro, o que exige responsabilidade nas ações e decisões. A partir desse entendimento, só seria possível pensar-se em uma nova educação e relação social se colocarmos em prática a cooperação e a reciprocidade e não apenas quando se fala de fora sobre essa realidade.

Segundo Piaget “necessitamos é de um espírito de cooperação tal que cada um compreenda todos os outros, e de uma ‘solidariedade interna’ que não elimine os pontos de vista particulares, mas coloque-os em reciprocidade e realize a unidade na diversidade”. Fica claro que a autonomia requer uma contínua relação de cooperação e que implica na responsabilidade do sujeito em suas ações e relações.

A obra de Freire também nos conduz aos ideais de cooperação, solidariedade e respeito. Freire propõe o exercício de uma pedagogia fundamentada na ética, no respeito e na autonomia do educando. O respeito à autonomia se faz a partir da consciência do inacabamento em Freire e se opera a partir do diálogo, ou seja, “[...] a dialogicidade verdadeira, em que os sujeitos dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo no respeito a ela, é a forma de estar sendo coerentemente exigida por seres que, inacabados, assumindo-se como tais, tornam-se radicalmente éticos”.

A preocupação com a autonomia também é foco de estudos de Kamii, para quem


as crianças se tornam capazes de tomar decisões por elas mesmas. Autonomia não é a mesma coisa que liberdade completa. Autonomia significa ser capaz de considerar os fatores relevantes para decidir qual deve ser o melhor caminho da ação.


PESCADOR, Cristina M.; VALENTINI, Carla B.; DA CRUZ FAGUNDES, Léa. A Inserção do Laptop na Escola Rural: perspectivas de inclusão e emancipação digital.

Práticas de leitura e escrita online

ANIMAÇÃO ONLINE:
http://www.dvolver.com/

É um programa extremamente simples, que não exige registro, onde é possível criar uma animação em poucos passos. No final você pode enviar o trabalho por email ou incorporá-lo através de um código.


HISTÓRIAS EM QUADRINHOS ONLINE:
OU


EAD 04 - Pensamento digital

Qual destes temas mais chamou sua atenção?
  • INCLUSÃO DIGITAL
  • ALFABETIZAÇÃO DIGITAL
  • LETRAMENTO DIGITAL
  • EMANCIPAÇÃO DIGITAL



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